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	<title>Fale Melhor</title>
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	<description>blog da nossa clínica de fonoaudiologia</description>
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		<title>A gagueira tem tratamento fácil e eficiente</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gagueira]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A gagueira é uma perturbação da fala, de origem psicomotora, que se caracteriza pela repetição das sílabas e paradas involuntárias no início das palavras, na definição do &#8220;Dicionário Houaiss&#8221;. No entanto, é muito mais do que isso para cerca de 1% da população mundial vitimadas pelo distúrbio, numa proporção de quatro homens para uma mulher. No Brasil, o Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC) calcula em 1,8 milhão de os brasileiros que sofrem com o problema. Normalmente, surge entre dois e quatro anos de idade. Falta de fluência no ritmo, interrupções atípicas e involuntárias do indivíduo na fala, com repetições, hesitações, bloqueios, prolongamentos e tensões corporais e faciais são sintomas que podem vitimar pessoas de qualquer raça ou cultura. Segundo os especialistas, o distúrbio é tratável, porém também pode ser resolvido naturalmente. Segundo Jaime Zorzi, fonoaudiólogo da CEFAC, a ansiedade de quem convive com a pessoa que gagueja é maior do que a do &#8220;disfluente&#8221;, como são chamados. Quando a criança demonstra os primeiros tropeços, pausas ou demora mais para dar início à palavra, que é uma situação absolutamente normal, a tendência natural dos adultos é se antecipar e completar a palavra ou a frase que a criança pretendia proferir. Zorzi diz que esta atitude não é adequada e só contribui para chamar a atenção da criança para um problema que ela, geralmente, não percebe que é errado. Zorzi verifica que em situações de estresse, todos podem gaguejar. &#8220;Sob pressão, qualquer pessoa tem dificuldade em controlar a fala. Nessas horas, pedir calma, paciência ou mandar a pessoa respirar não adianta. É preciso respeitar o tempo de cada um ao pronunciar as palavras e esperar com tranqüilidade, evitando pressionar e aumentar o foco de estresse do gago&#8221;, ensina. De acordo com o especialista, pais e professores têm uma função essencial ao detectar qualquer anormalidade na fluência da fala das crianças: encaminhar para um profissional da fonoaudiologia, que está preparado para avaliar o caso e, se necessário, fazer indicação para um médico especialista, psicólogo ou psiquiatra. A proposta da fonoaudióloga Sílvia Friedman, há 30 anos trabalhando na área, é tratar a disfluência como uma situação normal. Ela não busca razões físicas para o problema, que vê como uma situação psico social, diferente da maioria dos estudos da gagueira, que pressupõem razões orgânicas para o distúrbio. &#8220;Disfluir é normal. Todos, ao falarmos, temos certa hesitação, elaboramos o pensamento, pensamos mais e isso faz atrasar a saída das palavras&#8221;, explica. Para Sílvia Friedman, essa disfluência não deve ser tratada inicialmente como gagueira, que só ocorre quando há uma rejeição da fala da criança pelo adulto, quando não há aceitação da disfluência normal. Nesse caso, algo sobre a fala é dito para a criança e isso causa grande inibição para dar prosseguimento ou iniciar um discurso. &#8220;A criança passa a querer controlar a fala, o que vai dizer e não consegue. Essa tentativa de controle traz muita preocupação, ansiedade e vergonha de falar. É um desejo de controlar o que é incontrolável, e é assim que se instala a gagueira&#8221;, observa Silvia. TRABALHO EM GRUPO E MÚSICA &#8211; A especialista coordena grupos de adultos, crianças e adolescentes que aprenderam a lidar muito bem com situações de estresse. &#8220;No CEFAC, trabalhamos individualmente e em grupo e com sensibilização para que as pessoas larguem mão desse controle e percebam os sons, as vozes, o próprio corpo. É possível imaginar que a palavra vai sair de forma natural, sem pensar. Ninguém pensa para falar, quando vai ver, já falou. É um ato autônomo, independente e isso precisa ficar claro para quem gagueja.&#8221; Silvia explica que trabalha bastante com música. É muito comum as pessoas dizerem que para cantar não gaguejam, pois estão falando sem pensar. Isso pode ser aproveitado e repassado para as situações normais de fala. As pessoas em geral precisam se dar conta dessa normalidade da disfluência e não chamar a atenção da criança para a demora na articulação e verbalização das palavras, muito menos completar as frases e palavras. Nesse aspecto, a família e a escola têm papeis fundamentais, pois são quem têm mais contato com a criança nessa fase. Se pessoas da família e professores disserem para a criança que ela não está falando direito ela se sentirá mal. &#8220;Não se deve chamar a atenção quando a criança disflui, deve-se aceitar o tempo interno dela para a elaboração dos pensamentos e da fala&#8221;, ensina a profissional. Não existem estudos definitivos que comprovem a causa da gagueira e, hoje, alguns deles apontam para fatores hereditários e congênitos. Só o fator genético não explica a gagueira; há um conjunto de fatores que pode provocá-la, como os aspectos motores da fala, emocionais, afetivos, cognitivos e lingüísticos, entre outros. O tratamento precoce é fundamental e deve ocorrer num período médio de seis meses a partir do surgimento dos primeiros sintomas. Os especialistas asseguram que submetidos a um tratamento fonoaudiológico adequado, há pacientes que se livram de todos os sintomas, independentemente da idade. Além da gagueira, também conhecida como gagueira do desenvolvimento, a fonoaudiologia reconhece outros quadros considerados como Distúrbios da Fluência: a taquilalia &#8211; fala rápida, mas desorganizada -, a taquifemia &#8211; quadro mais complexo de fala rápida e desorganizada, com a presença de uma inteligência muito viva; além da gagueira neurogênica, atribuída a fatores orgânicos de ordem neurológica e a gagueira psicogênica, atribuída a fatores psicológicos. Um fonoaudiólogo especializado no tema tem competência para avaliar, fazer o diagnóstico diferencial, traçar um planejamento adequado de tratamento.</p>
<p>Quer aprofundar o assunto?</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
<p>Fonte: Agência Estado Data: 23/01/2006</p>
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		<title>Críticas agravam disfluência</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[Gagueira]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o seu filho hesita e &#8220;engasga&#8221; na hora de falar, é importante ficar atento, pois ele pode apresentar disfluência, mais conhecida como gagueira, uma desordem da fala que não faz parte do desenvolvimento normal da linguagem. Segundo a fonoaudióloga Tatiane dos Reis Moreira, é comum que durante os anos de aquisição e desenvolvimento da linguagem existam períodos variáveis no grau de fluência, de acordo com o amadurecimento neuromotor para os atos de fala. Gaguejar é um comportamento particular de falar, que o indivíduo desenvolve com uma grande variável de características, tensão muscular, tensão respiratória, repetição de fonemas, alongamento de fonemas, repetição de palavras, movimentos &#8220;auxiliares&#8221; de rosto, ou de braços ou qualquer parte do corpo. Com o avanço dos estudos genéticos, já se sabe que a gagueira decorre de uma predis-posição hereditária que, associada a fatores ambientais estressantes (lingüísticos e/ou psicológicos e/ou sociais), leva à manifestação dos sintomas. &#8220;Se a gagueira não estiver acompanhada de esforços para falar, se não houver movimentação associada facial (piscar de olhos, evitar o contato de olhos durante a conversa, pressão nos lábios e/ou bater mão, pé, mexer nos cabelos durante a fala), não existe razão para uma preocupação maior&#8221;, afirma a especialista. Por aparecer principalmente na infância, a disfluência costuma ser motivo de riso e gozação por parte dos colegas de escola e até por familiares. Nesses casos, a fonoaudióloga alerta que algumas falas agravam a gagueira, entre elas &#8220;relaxe&#8221;, &#8220;acalme-se para falar&#8221;, &#8220;pense antes de falar&#8221;, &#8220;respire&#8221; ou &#8220;fale de novo&#8221;. Ela afirma que chamar a criança de gaga, corrigi-la, criticá-la, completar a sua fala, apressá-la ou exigir demais dela também prejudicam a auto-estima e dificultam uma possível melhora. &#8220;Além disso, nunca se deve fingir que a gagueira não existe, ou seja, negá-la&#8221;, ressalta. Tatiane destaca que o professor é, definitivamente, uma pessoa-chave na detecção imediata e no sucesso do tratamento das desordens da fluência. Já os pais são as melhores e mais indicadas pessoas para ajudar os filhos a superar suas disfluências, quando bem orientados por um fonoaudiólogo. &#8220;Em grande parte dos casos, os problemas de fala costumam desaparecer num período de até seis meses, com melhora das habilidades lingüísticas e adaptação escolar&#8221;, pondera. Durante situações que geram ansiedade, a fala se torna mais difícil para todos, fluentes ou disfluentes. Caso a disfluência normal de fala tenha efetivamente se transformado em &#8220;gagueira&#8221;, a indicação será a terapia fonoaudiológica. &#8220;Os resultados da intervenção serão mais positivos quanto mais precoce procurar ajuda do especialista&#8221;, finaliza.</p>
<p>Quer aprofundar o assunto?</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
<p>Fonte: Jornal da Manhã Data: 11 de março de 2006</p>
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		<title>Disfalgia</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=39</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disfalgia]]></category>

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		<description><![CDATA[Distúrbios neurológicos, AVCs (derrame), Traumatismos Cranianos (TCEs), tumores (câncer), Doenças Neuro-degenerativas (Parkinson, Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, Ataxia, etc&#8230;), Paralisia de Bell, Paralisia Cerebral, entre outras, são patologias que podem estar gerando dificuldades tanto na comunicação, quanto para alimentação.
A alimentação deve ser um momento de prazer para o indivíduo. Sentir fome, vontade de comer, poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Distúrbios neurológicos, AVCs (derrame), Traumatismos Cranianos (TCEs), tumores (câncer), Doenças Neuro-degenerativas (Parkinson, Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, Ataxia, etc&#8230;), Paralisia de Bell, Paralisia Cerebral, entre outras, são patologias que podem estar gerando dificuldades tanto na comunicação, quanto para alimentação.</p>
<p>A alimentação deve ser um momento de prazer para o indivíduo. Sentir fome, vontade de comer, poder apreciar alimentos que gosta, trazem grandes prazeres, momentos agradáveis, em família, reuniões, festas e eventos&#8230; a privação ou a dificuldade de se alimentar pode gerar frustação e quadros depressivos, além da desnutrição e piora da saúde em geral.</p>
<p>Hoje em dia possuímos diversos recursos para manter a vida, as unidades de terapia intensiva (UTIs), dispõe de muitos aparelhos capazes de manter e regular o funcionamento do organismo, para que este se recupere ou consiga se manter vivo.</p>
<p>Infelizmente muitas vezes o resultado disso é a quem daquilo que num primeiro momento parecia essencial: Manter a vida. Nos deparamos com familiares dependentes, incapacitados de voltar a exercer sua função anterior, incapacitados de voltar a rotina anterior à doença.</p>
<p>Pensando na reabilitação destes casos vem crescendo a atuação do fonoaudiólogo na área de disfagia. Felizmente, nos dias atuais, muitos dos pacientes com esse problema, de causa neurológica ou outras, encontram alívio, e melhora na qualidade de vida, graças aos conhecimentos que a ciência vem adquirindo.</p>
<p>A sonda nutre o paciente, enquanto o fonoaudiólogo trabalha com a musculatura, a sensibilidade, estimulando o reflexo, a mobilidade, agindo também com manobras posturais, a fim de melhorar a deglutição do paciente e o retorno da alimentação via oral. Também é feito um trabalho no sentido de adequar a consistência do alimento e de orientação e treinamento de cuidadores e familiares. O atendimento aos casos de Disfagia pode ser executado em conjunto a equipe interdisciplinar, médico, nutricionista, fisioterapeuta, etc&#8230; A experiência tem mostrado que o atendimento intensivo e precoce, favorece uma evolução mais favorável, evitando complicações como as pneumonias. Esse atendimento pode ser iniciado desde a internação tendo continuidade na alta hospitalar e é importante que seja feito por um profissional com formação e experiência na área.</p>
<p>Check-list Disfagia:</p>
<p>Você possui:</p>
<p>- Dificuldade em mastigar e preparar o alimento para deglutir?<br />
- Não tem prazer em se alimentar, se cansa, não come o suficiente?<br />
- Sente dor ou dificuldade de engolir?<br />
- O alimento fica parado na garganta?<br />
- Engasga com freqüência?<br />
- Tem tosse após a refeição?<br />
- Pneumonias de repetição?</p>
<p>Mais Informações:</p>
<p>A literatura diz que é aceitável apresentar engasgos em até 20% das ofertas. Tosse, engasgos, pigarros ocorrendo antes, durante ou após a deglutição são sinais clínicos de disfagia. O engasgo em si é uma defesa do organismo, ou seja, os pulmões tentam &#8220;expulsar&#8221; o bolo alimentar do &#8220;caminho errado&#8221;. Quando líquido ou alimento vão para os pulmões, ou seja, pegam o caminho da traquéia ao invés do esôfago, podem causar broncopneumonia aspirativa, já que os pulmões não digerem alimento. Então, o corpo estranho gera secreções e bactérias, prejudicando a saúde.</p>
<p>A Deglutição é fenômeno natural que implica na transferência de um bolo, usualmente alimentar, contido na cavidade oral ( boca), para a faringe, esôfago e estômago.Faringe , esôfago e estômago são seguimentos tubulares do aparelho digestivo que servem para conduzir o alimento a ser digerido e absorvido pelo organismo.O alimento sólido, pastoso ou líquido, é introduzido na boca, em quantidades, temperatura e características que são percebidas e consideradas adequadas ou não. Quando sólido, esse bolo, é mastigado e umidificado pela saliva, adquirindo características adequadas para a sua condução até o estômago. Alimentos pastosos e líquidos são mais facilmente engolidos (deglutidos).</p>
<p>Disfagia é o nome que se dá a dificuldade de engolir. Diversas são as doenças que podem causar este problema. As doenças do sistema nervoso são as que mais freqüentemente causam esse tipo de transtorno. O Acidente vascular encefálico (AVE), muitas vezes chamados de derrame, é a causa mais freqüente da disfagia. Felizmente, nos dias atuais, muitos dos pacientes com esse problema, de causa neurológica ou outras, encontram alívio, pelo menos parcial , graças aos conhecimentos que a ciência vem adquirindo.</p>
<p>* A disfagia é a alteração da deglutição em qualquer parte do trato digestivo, desde a boca até o estômago. As complicações da disfagia são a desnutrição, desidratação e aspiração traqueal, que causam infecções pulmonares recorrentes. Diversas são as doenças que podem causar este problema. As doenças do sistema nervoso são as que mais freqüentemente causam esse tipo de transtorno. O Acidente vascular encefálico (AVE), muitas vezes chamados de derrame, é a causa mais freqüente da disfagia. Felizmente, nos dias atuais, muitos dos pacientes com esse problema, de causa neurológica ou outras, encontram alívio, pelo menos parcial , graças aos conhecimentos que a ciência vem adquirindo.</p>
<p>A sonda nutre o paciente, enquanto o fonoaudiólogo trabalha com a musculatura, a sensibilidade, estimulando o reflexo, a mobilidade, agindo também com manobras posturais, a fim de melhorar a deglutição do paciente e o retorno da alimentação via oral. Também é feito um trabalho no sentido de adequar a consistência do alimento e de orientação e treinamento de cuidadores e familiares. O atendimento aos casos de Disfagia é executado em conjunto a equipe interdisciplinar, médico, nutricionista, fisioterapeuta, etc..</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
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		<title>Quando buscar a ajuda de um psicólogo?</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=37</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é processo psicanalítico?
A psicanálise é um conjunto de teorias e técnicas baseados no trabalho do médico vienense Sigmund Freud, que nomeou e estabeleceu o conceito de inconsciente. A descoberta do inconsciente fez com que Freud compreendesse estranhos processos ou fenômenos que a Ciência não conseguia explicar até então.
Freud buscou compreender como são expressos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é processo psicanalítico?</strong></p>
<p>A psicanálise é um conjunto de teorias e técnicas baseados no trabalho do médico vienense Sigmund Freud, que nomeou e estabeleceu o conceito de inconsciente. A descoberta do inconsciente fez com que Freud compreendesse estranhos processos ou fenômenos que a Ciência não conseguia explicar até então.</p>
<p>Freud buscou compreender como são expressos os desejos inconscientes e os sentimentos contraditórios, que geram conflitos por não serem coerentes com os pensamentos conscientes. Ele ofereceu a possibilidade de duas pessoas se encontrarem com o objetivo de estabelecer uma análise através da fala (no atendimento à criança o tratamento se dá não apenas através da fala como tambem através do brincar &#8211; Ludoterapia) valorizando a história de vida de cada paciente e não apenas os seus sintomas.</p>
<p>Antes de Freud, o sofrimento humano era compreendido como consequência de distúrbios orgânicos que deveriam ser tratados apenas com medicamentos. Freud descobriu que somente com medicamentos e, sem que seja explorada a vida mental inconsciente do paciente, o tratamento dos sofrimentos mentais fica limitado.</p>
<p>O processo psicanalítico é um trabalho investigativo por parte do analista e do paciente e as sessões de psicanálise visam favorecer a livre associação pelo paciente. Nesta livre associação o paciente expõe seus pensamentos e sentimentos que são fontes de suas angústias e tem a oportunidade de elaborá-los junto ao analista. O analista intervém fazendo sua tradução do que foi dito pelo analisando. Esta interpretação visa oferecer ao paciente possibilidades para integrar seus sentimentos relacionados à experiência que está sendo revivida durante o processo psicanalítico.</p>
<p><strong>Quando buscar a ajuda de um psicólogo?</strong></p>
<p>Quando se tem a percepção de que suas questões, dúvidas, angústias estão maiores do que suas possibilidades, bem como interferindo no bom andamento da vida, nas relações interpessoais, gerando sofrimento psíquico, é hora de buscar a ajuda de um profissional.</p>
<p>Algumas pessoas têm dificuldade em procurar um psicólogo pois não querem admitir que as coisas não vão bem. Muitos relutam em marcar um horário pois pensam que ao fazerem estarão se rendendo, mostrando-se fracos. Na verdade, ao marcar uma consulta o paciente está se mostrando uma pessoa de fibra no sentido de querer ser mais feliz, de saber que pode fazer algo para se sentir melhor. Quanto mais conhecermos a nós mesmos, melhor faremos as nossas escolhas e melhor nos sentiremos. O processo psicanalítico visa, portanto auxiliar o paciente a se sentir melhor em relação a si e consequentemente se relacionar melhor com os outros. Esta é a razão pelo qual tantas pessoas se beneficiam do processo psicanalítico.</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
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		<title>Psicologia Infantil</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=34</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o início da aplicabilidade da psicanálise a crianças, e isto praticamente se deu com Melanie Klein, ficou evidente que uma estratégia “especial” se fazia necessária para que a barreira da linguagem fosse transposta. Percebeu-se que crianças expressam suas fantasias, seus desejos e experiências de um modo simbólico, mais por meio de brinquedos e jogos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o início da aplicabilidade da psicanálise a crianças, e isto praticamente se deu com Melanie Klein, ficou evidente que uma estratégia “especial” se fazia necessária para que a barreira da linguagem fosse transposta. Percebeu-se que crianças expressam suas fantasias, seus desejos e experiências de um modo simbólico, mais por meio de brinquedos e jogos do que através das palavras.</p>
<p>Uma das primeiras conclusões que Melanie Klein teve foi a de que a brincadeira tem uma proximidade com o sonho, à medida que estes dois denunciam conteúdos inconscientes da criança, porém, estes só têm significado quando conhecemos a situação analítica global na qual se produziram, ou seja, a análise da brincadeira e do sonho da criança tem que ser feita considerando a realidade, os processos pelo qual a criança passou bem como as suas vivências atuais.</p>
<p><strong>Como se dá o trabalho clínico com crianças</strong></p>
<p>O trabalho clínico com crianças se dá através da interpretação da fala, do sonho, do desenho e do jogo (da brincadeira). O sonho, assim como o jogo, dispensa a palavra. Existem, entretanto, diferenças fundamentais. No sonho existem as imagens visuais e no jogo é a ação que se faz fundamental.</p>
<p>Sabemos que, na criança, o brincar é mais primitivo do que, respectivamente, o pensamento e a palavra, sendo o aspecto mais visível e aparente de sua conduta. A técnica lúdica é uma forma de ação representativa, pois como apontei acima, a criança representa através do ato e da brincadeira, aspectos inconscientes. Esta técnica é, portanto, fundamental para a análise de crianças, já que está impregnada de significados.</p>
<p>O brincar é para a criança a sua maneira de se comunicar com o mundo. Ela utiliza deste recurso para elaborar os seus sentimentos, como por exemplo, o medo de injeção ou a angústia causada pela ausência do pai que viaja e se ausenta por períodos prolongados. O brincar equivale à escolha das palavras e do tom de voz pelo adulto em seu discurso, e é através dele que a criança se constrói. O ambiente, neste momento, pode possibilitar, inibir ou acelerar a construção que a criança faz de si. Não podemos, entretanto, ver a criança como um ser passivo, que apenas absorve tudo do ambiente. Devemos considerar as especifidades de cada um, e é por isto que irmãos, provenientes da mesma família e muitas vezes, da mesma escola, apresentam diferenças entre si.</p>
<p>O trabalho clínico permite um clima favorável no qual criança e psicólogo estabelecem uma troca relacional, através da qual, a criança descobre e exprime suas dificuldades, é ouvida e observada em suas angústias. Estas dificuldades são expressas de forma espontânea através da fala, do jogo, ou do desenho.</p>
<p><strong>Os pais da criança</strong></p>
<p>Os pais, ao depositarem confiança no trabalho do psicólogo, ao acreditarem e se sentirem motivados com o tratamento, favorecem a comunicação entre terapeuta e criança. Os pais devem cumprir o seu papel favorecendo o desenvolvimento afetivo e cognitivo da criança oferecendo-lhe um ambiente sadio, onde a criança se sinta segura, respeitada e amada. Quando a criança está inserida em um grupo familiar que dificulta o seu desenvolvimento de forma saudável, faz-se necessária a inclusão da família no processo terapêutico.</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
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		</item>
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		<title>Gagueira é mais comum em homens do que em mulheres</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=32</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecida desde a Antigüidade, durante os séculos 18 e 19, alguns cirurgiões acreditavam que a gagueira fosse o resultado de um defeito físico dos órgãos da fala e, em decorrência disso, adotavam métodos cirúrgicos que mutilavam os pacientes. Entre os gagos famosos estão personalidades da história e da literatura, como Hipócrates, conhecido como o Pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecida desde a Antigüidade, durante os séculos 18 e 19, alguns cirurgiões acreditavam que a gagueira fosse o resultado de um defeito físico dos órgãos da fala e, em decorrência disso, adotavam métodos cirúrgicos que mutilavam os pacientes. Entre os gagos famosos estão personalidades da história e da literatura, como Hipócrates, conhecido como o Pai da Medicina, o filósofo grego Aristóteles, seguidor de Platão, e o escritor Machado de Assis. Segundo a fonoaudióloga Erika Queiroga Werkhaizer Soares, mestre em lingüística pela UFMG, a gagueira pode ser definida como um distúrbio da fluência da fala e, como tal, carrega um estigma muito negativo e é motivo de piada, especialmente entre crianças. &#8220;Todo falante dá umas quebras, que chamamos de disfluências, na fala. Mas o que difere o falante fluente de um gago é a freqüência maior que essas quebras ocorrem em quem gagueja.&#8221; Muitas vezes, a gagueira é acompanhada de outros sinais como tensão, piscar de olhos, mãos apertadas e suor frio. A fonoaudióloga explica que entre os tipos mais comuns estão: o bloqueio (quando o som de um fonema &#8220;agarra&#8221;), a repetição de um determinado som, seu prolongamento e ainda a repetição de sílabas. Não há uma causa científica comprovada para o problema, mas vários estudos mostram que a gagueira pode estar ligada ao cromossomo Y e, por isso, a incidência é de três homens para cada mulher que apresentam o sintoma. Outras teorias indicam que a gagueira ocorre numa relação de parentesco de segundo ou terceiro graus (tios ou avós). Além do fator genético, aspectos como traumas emocionais ou comprometimentos neurológicos podem desencadear o processo. Erika Soares chama a atenção dos pais para que observem a fala de seus filhos, especialmente entre 2 e 4 anos. &#8220;É normal que qualquer criança nessa faixa etária gagueje, porque ela está formando seu vocabulário ainda. Mas se a gagueira persistir por mais de seis meses, é preciso procurar a ajuda de um profissional&#8221;, comenta. Entre os erros mais cometidos pelos pais estão: completar a frase para a criança, mandar que ela respire calmamente ou demonstrar tensão. &#8220;Esses fatores contribuem para que a criança formule uma imagem de si própria de mau falante, o que diminui a auto-estima e gera frustração.&#8221; A sugestão da fonoaudióloga é para que os pais conversem mais com seus filhos, ouçam o que eles têm a dizer e, caso percebam sintomas de gagueira, contem histórias, falem mais pausadamente, usando frases mais simples e curtas. &#8220;O ambiente, além do componente genético, é fundamental para o desenvolvimento da criança.&#8221;</p>
<p>Quer aprofundar o assunto?</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
<p>Fonte: Saúde Plena Data: janeiro de 2006</p>
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		<title>Cuidados com a voz no canto</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=30</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A voz é o instrumento de trabalho dos cantores, qualquer pequena alteração nela pode interferir na afinação, no alcance das notas e até mesmo na interpretação de uma música, por isso, quem necessita deste instrumento, deve cuidar para que a qualidade vocal não seja prejudicada por hábitos inadequados.
Os cuidados necessários para manter a saúde vocal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A voz é o instrumento de trabalho dos cantores, qualquer pequena alteração nela pode interferir na afinação, no alcance das notas e até mesmo na interpretação de uma música, por isso, quem necessita deste instrumento, deve cuidar para que a qualidade vocal não seja prejudicada por hábitos inadequados.</p>
<p>Os cuidados necessários para manter a saúde vocal são muito conhecidos, no entanto, raramente seguidos, é provável que isso ocorra porque com freqüência é ditada ao cantor uma lista de NÃO e de proibições, sem que eles conheçam e entendam o efeito deste ou daquele hábito na sua voz. Outro ponto a ser considerado é que cada indivíduo é único e deve ser tratado como tal, por exemplo, há pessoas que ao ficarem expostas ao ar condicionado, ainda que por pouco tempo, apresentam alteração vocal devido ao ressecamento que provoca, enquanto que há pessoas que podem passar o dia todo em uma sala com ar condicionado ligado, bastante frio, e não apresenta alterações vocais.</p>
<p>É preciso buscar a orientação de um fonoaudiólogo que investigue seus hábitos vocais e oriente de acordo com as suas necessidades, no entanto, sem conhecer sua rotina no canto, farei neste, apenas orientações mais abrangentes.</p>
<p>Evitar gritar, falar muito, falar alto, realizar aquecimento e desaquecimento vocal, beber bastante água são orientações conhecidas e fundamentais a boa saúde vocal.</p>
<p>Usar roupas apertadas, fumar, fazer uso de bebidas alcoólicas, cantar utilizando ar de reserva, fazer movimentos compensatórios para atingir notas tais como levantar o queixo ou sobrancelhas, colocar o tronco para frente, cantar fora da sua tessitura são prejudiciais, em longo prazo, exigem cada vez mais esforço e tensão no canto, o que acarreta em rouquidão, soprosidade, quebras de sonoridade, dificuldade em realizar as notas agudas e uma restrição importante na tessitura, além de episódios de afonia.</p>
<p>O ideal é buscar orientações específicas para você e cuidar sempre deste instrumento tão precioso.</p>
<p>Fga. Isabella Christina Oliveira Neto</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
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		<title>A importância da escola no desenvolvimento da linguagem</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=28</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A capacidade de comunicação é inata, ou seja, o indivíduo nasce com essa condição, mas é através da interação com o meio que ela se desenvolve. É específica do ser humano e é por meio dela que as pessoas adquirem conhecimentos e interagem com os outros, facilitando o seu convívio social.
Quanto mais cedo o ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A capacidade de comunicação é inata, ou seja, o indivíduo nasce com essa condição, mas é através da interação com o meio que ela se desenvolve. É específica do ser humano e é por meio dela que as pessoas adquirem conhecimentos e interagem com os outros, facilitando o seu convívio social.</p>
<p>Quanto mais cedo o ser humano estiver treinando essa linguagem, mais cedo seu vocabulário será ampliado.</p>
<p>Devido a isso, o ingresso da criança na escola e a estimulação ambiental promovem a Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem.</p>
<p>É comum nos depararmos com crianças que possuem uma linguagem abaixo do esperado por não estarem expostas a um ambiente rico de comunicação.Nesses casos pode ser necessária a intervenção fonoaudiológica. Nós, profissionais da Fonoaudiologia incentivamos a estimulação em terapias de linguagem concomitantemente ao ínicio da escolaridade.</p>
<p>Muitos pais se mostram inseguros com tal conduta, mas à medida que a criança começa freqüentar as sessões de fonoterapia ou à escola,vão percebendo a evolução geral de seus filhos e ,assim,passam a acreditar nos objetivos das mesma.</p>
<p>É a partir da linguagem que o ser humano consegue transmitir sentimentos e idéias melhorando o vínculo afetivo entre pais e crianças e isso pode ser exercitado na escola.<br />
Mas qual é a escola ideal para seu filho?</p>
<p>É aquela que o acolhe e transmite segurança. Visite e permaneça no novo ambiente por algumas horas a fim de tirar suas maiores dúvidas. O processo de adaptação é muito importante para que os pais se sintam mais confiantes com a escola escolhida.</p>
<p>Tenham em mente a metodologia adotada e optem pela escola que atenda a valores, filosofia e expectativa dos pais.</p>
<p>Lembre-se que ter momentos de descontração contribuem para o desenvolvimento da criança como brincar, ler livros e, principalmente, conversar diariamente. Devemos lembrar também que todas as atividades desenvolvidas na escola não substituem a interação com os pais e a família.</p>
<p>Bom treino.</p>
<p>Marisa M.Farber<br />
Fonoaudióloga<br />
Crfa 5266-2</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
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		<title>Estreitando o relacionamento entre fonoaudiologia e a odontologia</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=25</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologo]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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		<description><![CDATA[O fonoaudiólogo é o profissional que possui ampla formação para lidar com os distúrbios relacionados à estrutura e o funcionamento do sistema sensório motor oral, atuando na adaptação ou na adequação do sistema estomatognático à função.
Cada vez mais a população vem se conscientizando sobre a importância da saúde bucal e buscando também melhorar a estética [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fonoaudiólogo é o profissional que possui ampla formação para lidar com os distúrbios relacionados à estrutura e o funcionamento do sistema sensório motor oral, atuando na adaptação ou na adequação do sistema estomatognático à função.</p>
<p>Cada vez mais a população vem se conscientizando sobre a importância da saúde bucal e buscando também melhorar a estética facial já que “o sorriso é o cartão de visitas”. Várias técnicas podem ser empregadas para a realização da reabilitação oral: tratamento ortodôntico, implante dentário, colocação de próteses totais ou parciais, cirurgias ortognáticas, entre outros, mas será que o sorriso perfeito estaria somente relacionado à estética?</p>
<p>É muito comum que as pessoas demorem muito para trocar suas próteses ou que não se incomodem em mastigar somente de um lado devido à ausência de elementos dentários do outro lado, sendo comum também que continuem a utilizar somente um lado para mastigar após o implante ou que tenham dificuldade de utilizar a nova prótese durante a alimentação.</p>
<p>Isto acontece porque o organismo tende a se adaptar aos novos padrões impostos no caso pela perda de dentes, as pessoas passam a se alimentar com alimentos mais moles, fáceis de processar, deixando muitas vezes de receber os nutrientes de uma dieta balanceada. Toda a musculatura facial também se adapta fortalecendo o lado de preferência enquanto o outro fica flácido e mais distendido. Em alguns casos é possível notar assimetrias de lábios, bochechas e desvios da própria linha média na direção ao lado de preferência.</p>
<p>Dessa forma é importante a realização da reabilitação oral pelo cirurgião dentista, porém é imprescindível um acompanhamento fonoaudiológico atuando na avaliação do sistema estomatognático, observando os pontos de tensão e flacidez da musculatura, a presença de hábitos parafuncionais (unicofagia, bruxismo, entre outros), avaliando a articulação, a mastigação e a deglutição e promovendo a readaptação funcional do organismo para esta função.</p>
<p>Como deve ser o acompanhamento: o ideal é que seja realizada uma avaliação antes da intervenção odontológica, que vise a possibilidade da adequação prévia da musculatura facial, corrigindo assimetrias e melhorando o tônus da musculatura e após a reabilitação oral favorecendo a adequação da estrutura à função.</p>
<p>Muitos pacientes que relatavam estar descontentes com as limitações funcionais da nova prótese tiveram uma melhora na qualidade de vida após a reabilitação fonoaudiológica, daí a necessidade de um maior contato do dentista com o fonoaudiólogo especializado em motricidade oral objetivando o sucesso da intervenção e a satisfação do paciente.</p>
<p>ALLEN PF, MCMILLAN AS. “The impact of tooth loss in a denture wearing population: an assessment using the Oral Health Impact Profile.”Community Dent Health 1999 Sep;16(3):176-80.<br />
BALSHI TJ, WOLFINGER GJ. “Immediate placement and implant loading for expedited patient care: a patient report”. Int J Oral Maxillofac Implants 2002 Jul-Aug;17(4):587-92.<br />
CALLAN DP et al “Retrospective multicenter study of an anodized, tapered, diminishing thread implant: success rate at exposure”. Implant Dent 2000;9(4):329-36.<br />
GIFT HC, ATCHISON KA  “Oral health, health, and health-related quality of life.” Med Care 1995 Nov;33(11 Suppl):NS57-77</p>
<p>HEDIA HS. “Stress and strain distribution behavior in the bone due to the effect of cancellous bone, dental implant material and the bone height.” Biomed Mater Eng 2002;12(2):111-9.<br />
HEYDECKE G. “Patient-based outcome measures: oral health-related quality of life” Schweiz Monatsschr Zahnmed 2002;112(6):605-11<br />
HIRSCH SM, BRISMAN AS. “Dental implant esthetics.” Curr Opin Cosmet Dent 1994;:88-92<br />
UEDA M, HIBINO Y, NIIMI A. “Usefulness of dental implants in maxillofacial reconstruction.” J Long Term Eff Med Implants 1999;9(4):349-66</p>
<p>Tel.: (11) 3664-8785 / 3667-7150<br />
Rua Dr. Cândido Espinheira, 155 Perdizes &#8211; São Paulo SP</p>
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		<title>O que é o Distúrbio Específico de Linguagem?</title>
		<link>http://falemelhor.com.br/blog/?p=21</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 19:02:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O surgimento da fala, entre um e dois anos de idade, talvez possa ser considerado o maior marco do desenvolvimento infantil, entretanto, alguns fatores podem comprometer e atrasar esse processo, entre eles estão: as perdas auditivas, as deficiências mentais, os distúrbios abrangentes do desenvolvimento, as privações ambientais extremas, as síndromes e as alterações sensoriais; alterações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O surgimento da fala, entre um e dois anos de idade, talvez possa ser considerado o maior marco do desenvolvimento infantil, entretanto, alguns fatores podem comprometer e atrasar esse processo, entre eles estão: as perdas auditivas, as deficiências mentais, os distúrbios abrangentes do desenvolvimento, as privações ambientais extremas, as síndromes e as alterações sensoriais; alterações que comprometem aspectos motores de forma significativa, além do fato de que indivíduos que apresentam estas alterações levarão tais comprometimentos ao longo da vida.</p>
<p>Entretanto, muito freqüentemente encontram-se crianças que não possuem nenhum dos fatores destacados e que não apresentam um desenvolvimento de linguagem no padrão esperado, muitos chegando aos cinco ou seis anos de idade com manifestações atípicas (não normais) do desenvolvimento e mantendo dificuldades significativas com linguagem por toda a vida, principalmente no período escolar. Nessas situações fica caracterizado o Distúrbio Específico de Linguagem (DEL), que é uma desordem da infância que pode acarretar conseqüências persistentes em toda a vida do individuo.</p>
<p>O termo Distúrbio Específico de Linguagem (DEL) refere-se a crianças que apresentam dificuldade em adquirir e desenvolver habilidades de linguagem na ausência de deficiência mental, déficits físicos e sensoriais, distúrbio emocional severo, fatores ambientais prejudiciais e lesão cerebral. Apesar da inexistência de marcas biológicas que justifiquem o comprometimento de linguagem, há evidências da presença de um componente genético determinante nesta patologia, ainda que de origem e localização incertas.</p>
<p>O diagnóstico destas crianças, geralmente, inclui tanto medidas de recepção quanto de expressão de linguagem. Embora ambas as tarefas exijam o processamento semântico (significado das palavras) e sintático (concordância gramatical) da informação, a produção envolve habilidades sofisticadas de processamento fonológico (pensar e usar uma letra na fala), bem como um maior domínio lingüístico (das palavras da língua) que permita a criação de sentenças inéditas. Em relação a este aspecto, crianças com DEL comumente apresentam melhores habilidades para compreender estruturas frasais do que para produzi-las, podendo apresentar inclusive desempenho satisfatório para a faixa etária em medidas de recepção de linguagem, geralmente as que envolvem o reconhecimento de palavras isoladas &#8211; em contextos fechados, em forma de figuras ou miniaturas – não necessariamente exigindo a compreensão de sentenças.</p>
<p>As dificuldades lingüísticas manifestadas pelas crianças com DEL costumam estar relacionadas, principalmente, às áreas da Fonologia (trocas e omissões de letras na fala), Semântica (vocabulário reduzido), Pragmática (uso inadequado da comunicação, pouca iniciativa comunicativa) e Sintaxe (erros de concordância e uso predominante de frases curtas), em diversos níveis. Destas áreas possivelmente afetadas, são classificados os subtipos de DEL, de acordo com a(s) área(s) da linguagem de maior prejuízo, sendo bastante comum o indivíduo apresentar mais de uma área da linguagem alterada.</p>
<p>Ao longo do desenvolvimento, e com o auxílio da terapia fonoaudiológica, estas crianças costumam melhorar seu desempenho em algumas tarefas, podendo inclusive migrar entre as subclassificações de DEL, podendo reduzir o nível do seu comprometimento, através do treino de habilidades cada vez mais complexas, a fim de que o indivíduo consiga ser alfabetizado e ter um aprendizado escolar satisfatório.</p>
<p>Fga. Anne Elise Vivo Rodrigues<br />
CRFA: 15897</p>
<p>Referências Bibliográficas</p>
<p>BEFI-LOPES, D. M. &amp; PALMIERE, T. M. Análise dos Processos Fonológicos Utilizados por Crianças com Alterações no Desenvolvimento da Linguagem. Jornal Brasileiro de Fonoaudiolologia, v. 4, p. 48-58, Jul/Set. 2000.</p>
<p>BEFI-LOPES, D. M. GÂNDARA, J. P. ARAUJO, K. Aquisição do Sistema Fonológico em Crianças com Alterações no Desenvolvimento da Linguagem. Pró-Fono, 15(1): p. 19-30, 2003.</p>
<p>BISHOP, D. V. M. The Underlying Nature of Specific Language Impairment. J Child Psychol Psychiat, v. 33, n. 1, p. 3-66, 1992.</p>
<p>CRESPO-EGUÍLAZ, N. NARBONA, J. [Clinical Profiles and Transitions in the Spectrum of Specific Language Impairment in Childhood]. Rev. Neurol. 36 Suppl.  I S: 29-35, Spanish, 2003.</p>
<p>GRELA, B. RASHITI, L. SOARES, M. Dative Prepositions in Children with Specific Language Impairment. Appl. Psycholinguist, 25(4), p. 467-480, 2004.</p>
<p>MAILART, C. &amp; PARISSE, C. Phonological Deficts in Franch Speaking Children with SLI. International Journal of Language Disorder. V. 41. May-June, 2006.</p>
<p>RICE, M. L. Specific Language Impairment: In: Search of Diagnostic Markers and Genetic Contributions. Mental Retardation and Developmantal Disabilities Research Reviews, v. 3, p. 350-357, 1997.</p>
<p>WINDFUHR, K. L. FARAGHER, B. CONTI-RAMSDEN, G. Lexical Learning Skills in Young Children with Specific Language Impairment (SLI). Int. J Lang Commum Disord, 37(4), p. 415-432, 2002.</p>
<p>WULFECK, B. BATES, E. KRUPA-KWIATKOWSKI, M. SALTZMAN, D. Grammaticality Sensitivity in Children  with Early Focal BrainInjury and Children with Specific Language Impairment. Brain Lag. 88(2), p. 215-228, 2004.</p>
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